Oposição de Itapetinga segue sua via crúcis após divisão

Oposição de Itapetinga segue sua via crúcis após divisão

Após divisão da oposição, políticos sentem o peso de seguir com as candidatura sem dinheiro, até para material de campanha.


Oposição de Itapetinga segue sua via crúcis após divisão
Na imagem os pré-candidatos a prefeito opositores, Paulo da Geladeira (PSDC) e Juraci Nunes (PDT).


Em quanto os governistas comandado pelo prefeito Rodrigo Hagge (MDB), colecionam a poio a reeleição. A oposição de Itapetinga caminha a passos lentos sobre uma visão distorcida do eleitorado do município que acreditaram na promessa de uma união de forças que pudesse entrar em campo e jogar de igual para igual.

Unidos por quase 4 anos em uma campanha opositora contra atual gestão municipal, os políticos de oposição seguiram firmes sobre o lema que a ‘união faz a força’, mas na hora “H” caminham feitos caranguejos, e decidiram conta própria que o certo a fazer é dividir para conquista, uma velha tática do imperador romano Cesar e Napoleão Bonaparte, que mau interpretada levam a derrota.

A visão do Imperador Cesar de divisão era apenas para confundir o inimigo, muito longe da estratégia partidária dos políticos opositores de Itapetinga, que preferem tapar os olhos para realidade, e se alto titulares como grandes nomes para eleição de 15 de novembro.

O nomes expostos pela oposição até o momento retirando o do médico Silvio Macedo (PP), que deve desistir pela bagunça formada por dirigentes partidário que só pensam exclusivamente em defender interesses particulares, é visto com desdém pela população por serem figuras políticas rejeitadas pelas urnas em diversas eleições municipais. Isso para cargo de vereador.

As figuras opositoras que tudo indica que restaram até o momento para eleição deste ano, são as do ex-vereador Juraci Nunes e Paulo da Geladeira. Eles brigam para conquistar um espaço como políticos alternativos a Prefeitura de Itapetinga, que até agora, não foram capazes de empolgar até os mais crédulos dos partidários opositores, que diria os incrédulos.

O desandar da oposição teve inicio após a retirada ambiciosa do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Itapetinga, sob o comando de Hilderico Nogueira, mais conhecido como Tiquinho, que rachou com a força de união opositora por não conseguir emplacar o próprio Tiquinho e tão pouco, Juraci Nunes como vice na chapa Silvio Macedo. Furiosos, acharam poderiam ter potencial para ganhar uma eleição em Itapetinga, após rejeição de nomes. A chapa Silvio Macedo entendeu que as indicações do PDT prejudicaria mais que ajudaria.

O problema que o PDT só agora descobriu o besteirol em que se meteu após políticos ligados ao governador da Bahia sinalizarem que acompanharia o apoio a candidatura apoiada por Rui Costa (PT) em Itapetinga. Se apoio político significa dinheiro na campanha, o PDT de Itapetinga parte para uma eleição sem estrutura financeira que possa bancar até mesmo o matéria gráfico no decorrer da campanha.

Se Tiquinho e sua turma perceberam o árduo caminho a trilhar com a divisão opositora. Imagine a candidatura alternativa “2”, Paulo da Geladeira (PSDC), que corre sério risco de não ter nem material básico para iniciar uma campanha do porte de uma cidade como Itapetinga.

Como havia afirmado o IDenuncias em artigo há poucos dias, com título  “Possível desistência de Silvio Macedo revela a decadência da oposição em Itapetinga”, expôs a realidade opositora no município com surgimento de figuras da nova geração no comando de partidos políticos, que foram capazes de transformarem a política de Itapetinga em uma piada decadente.

Hoje, é perceptível a “via crúcis” opositora que terá que carregar sob os ombros, não o peso da cruz, mas peso de uma possível rejeição publica nas urnas.